12/11/09

Sete Mares

Roberto Carlos conquistando o mundo


SETE MARES

Glamurama
Joyce Pascowitch

12/11/2009 13:00

Roberto Carlos pode estar prestes a encerrar a temporada de shows no Brasil de "Roberto Carlos: 50 anos de música", mas isso não quer dizer que ela acaba aí. Em março de 2010 Roberto dá o start na segunda fase da já considerada maior turnê de sua carreira, a internacional. Até o fim de 2010 Roberto se apresenta em diversas cidades de dez países: Estados Unidos, Canadá, México, Porto Rico, República Dominicana, Colômbia, Panamá, Peru, Chile e Equador

* A estreia está marcada para Las Vegas e, em abril, na véspera de seu aniversário, dia 18, ele se apresenta no Radio City Music Hall, em Nova York. Roberto, que em todos as apresentações da turnê conta com uma equipe de filmagem, quer transformar o material em um show-documentário.

* E 2010 vai ser mesmo um ano especial para o Rei. Além da participação que faz no especial "Emoções Sertanejas", em janeiro, com Zezé Di Camargo, Luciano, Chitãozinho, Xororó e Leonardo, ele participa de um especial de rock e ganha uma exposição com a retrospectiva dos 50 anos de carreira em fevereiro, na Oca, no Parque Ibirapuera. Em tempo: nesta sexta-feira ele faz show em Punta Del Este, onde o melhor amigo e empresário do Rei, Dody Sirena, aproveita para comemorar o aniversário.
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Carmen Augusta
Colaboradora do Splish Splash

Roberto Carlos - Resumo (1974)

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Mazé Silva
Colaboradora do Splish Splash

Erasmo Carlos - Uma vida de arromba


"Erasmo era o bad boy da Jovem Guarda, o que para mim significa ser ele o verdadeiro pai do rock brasileiro", escreveu Rita Lee na apresentação do disco mais recente de Erasmo Carlos. A "fama de mau", que já foi parar em título de música e deu nome ao livro que o Tremendão acaba de lançar, é preservada com esmero nos jeans, nas jaquetas de couro, nos cabelos desgrenhados que mantém.

Uma figura que lançou moda nos anos 60 como integrante do trio central da Jovem Guarda - além dele, Wanderléa e, claro, Roberto Carlos. Apresentaram um programa que marcou época (de 1965 a 1969, na Record), fizeram "Festa de Arromba" e "Gatinha Manhosa". Erasmo e Roberto também tocaram juntos, ao lado de Tim Maia, na banda The Sputiniks, em 1958. Depois da primeira música que fizeram em parceria, "Terror dos Namorados", vieram mais de 500 canções. Em 1967, lançou dois discos, Tremendão e Erasmo Carlos, ambos de sucesso e com músicas como "Vem Quente que Estou Fervendo". Em 1970, fundou a Companhia Brasileira do Rock e lançou a pérola "Sentado À Beira do Caminho".

Mau, mas romântico, lançou em 1981 "Mulher", feita em parceria com a esposa, Narinha. Este ano, fez Rock' n' Roll, disco que não poderia ter nome mais apropriado, além do livro de memórias Minha Fama de Mau. Se bem que, para quem chora cantando com amigos e se emociona todo ano quando ouve Roberto cantar "cabeça de homem e coração de menino", até que ele não é tão mau.

In Isto é Gente
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Carmen Augusta
Colaboradora do Splish Splash

Roberto Carlos: aniversário e show em NY


O cantor Roberto Carlos, que está encantando a todos com os seus shows da turnê Roberto Carlos - 50 anos de Música, já está planejando como terminará as comemorações dessa data histórica em sua carreira: ele fará uma temporada de apresentações no exterior. E para tornar estes últimos shows ainda mais inesquecíveis, o 'Rei' não poderia ter escolhido data melhor. No dia 19 de abril de 2010, quando completará 69 anos de idade, ele festejará o final de mais uma turnê de sucesso com show em Nova York. Fora isso, o cantor e sua equipe de produção ainda estão montando o cronograma para uma excursão de mais algumas apresentações, por dois meses, pelos Estados Unidos e México.

No Brasil, ele também segue com novidades: o Emoções Sertanejas, em 27 de janeiro, na cidade de São Paulo. Como fez com o show Elas Cantam Roberto, em maio de 2009, Roberto Carlos está convidando grandes sucessos da música sertaneja para dividirem o palco com ele, entre os nomes cogitados estão os irmãos Zezé Di Camargo e Luciano.

Até essas apresentações se realizarem, o cantor está com a agenda lotada. Ele se apresenta no próximo sábado, 14, no Ginásio Mineirinho, em Belo Horizonte, Minas Gerais; nos dias 27 e 28 no RED Eventos de Jaguariúna, em São Paulo; e em 5 de dezembro no Estádio Pituassu, em Salvador, Bahia. Além dos shows do Projeto Emoções em Alto Mar, de 30 de janeiro a 7 de fevereiro.

In Caras

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Carmen Augusta
Colaboradora do Splish Splash

Gilberto Gil mostra show acústico em Lisboa e diz que África é "a última fronteira do humanismo"

Jaques-Morelenbaum, Gilberto Gil e Bem Gil no show concerto de cordas no Rio de Janeiro


RENATO MENDES
Colaboração para o UOL, em Lisboa

Jaques Morelenbaum (esq.), Gilberto Gil e Bem Gil no show "Concerto de Cordas", no Rio de Janeiro (23/10/2009)

Após ser apresentado no último domingo (8), na cidade do Porto, em Portugal, o show “Concerto de Cordas”, no qual Gilberto Gil é acompanhado pelo filho e violonista Bem Gil e pelo violoncelista Jaques Morelenbaum, estreou nesta terça-feira (11), em Lisboa, no Centro Cultural Belén (CCB). O músico fez uma apresentação única do formato no Brasil, no dia 23 de outubro, no Rio de Janeiro.

Gilberto Gil iniciou o show às 21h10, com a música “Máquina de Ritmo”. Sozinho no palco, o cantor vestia uma camisa rosa, calça e sapatos brancos, num misto de sambista e orixá, figuras que simbolizam duas das muitas facetas musicais apresentadas no “Concerto de Cordas”, que está em turnê pela Europa.

O público que encheu o Grande Auditório do CCB ouviu a primeira música em puro silêncio, com total atenção. Após aplausos, Gil tirou os primeiros sorrisos da plateia, quando informou que a música de abertura do show é portuguesa, não por ser uma composição de algum artista português, mas por ter sido feita por ele no Algarve (região portuguesa ao sul, no mediterrâneo). Deste momento até o fim do espetáculo acústico, uma estreita ligação entre o artista e o público se manteve.

No segundo tema, “Esotérico”, Gil já não estava sozinho em palco. O artista anunciou a entrada de seu filho Bem Gil, violonista, que o cumprimentou com um beijo, e em seguida entrou Jaques Morelenbaum para completar o trio acústico. Os assobios de Gil, presentes em quase todas as canções, aproximaram o público do músico, e contextualizado pelo caráter acústico do show, o som agudo reafirmou o caráter orgânico do “Concerto de Cordas”. Enquanto isso, Bem Gil dava apoio para as criações melódicas de seu pai, por meio da harmonia e do ritmo de seu violão.

Cello de Morelenbaum e Dominguinhos
A terceira música, “Banda Um”, progrediu de forma contagiante e envolveu a platéia. Os músicos homenagearam Dorival Caymmi com “Saudades da Bahia”, ao mesmo tempo em que criaram a impressão de estarem em um espaço íntimo, como a “sala de casa”. O som alegre e agudo do assobio de Gil criou um contraste na parte final do tema com o som circunspecto do cello de Morelembaum. No cenário minimalista, os músicos eram iluminados durante todo o tempo por luzes brancas, que eram suavizadas de acordo com a intimidade que cada canção sugeria. Em volta dos músicos luzes coloridas eram projetadas no chão do palco, que delimitavam o espaço onde atuavam.

O cello foi tocado com mestria por Morelenbaum no tema “Superhomem”. A música “Rouxinol” – "Joguei no céu o meu anzol/Pra pescar o sol/Mas tudo que eu pesquei/Foi um rouxinol" – foi cantada em português e em inglês por Gil. Uma das músicas mais aplaudidas de todo o show foi “Chiclete com Banana”, de Jackson do Pandeiro, cuja letra foi acompanhada pelo público. As músicas mais recentes de Gil --“Das duas uma” e “Quatro coisas”--, criadas para o casamento da filha e para sua mulher, respectivamente, foram executadas com emoção e introduzidas com bom humor pelo musico.

Em “Lamento nordestino”, de Dominguinhos, discípulo de Luiz Gonzaga, o cello de Morelenbaum foi o destaque. O trio fez outra música de Dominguinhos, “Tenho sede”, mas sem o peso dramático característico, pois foi executada de forma rápida e leve. “Panis et Circense” foi muito aplaudida em função de Gil mostrar suas possibilidades vocais, em um ensaio com cara de brincadeira, acompanhado de perto pela elegância do cello. Com o fim do show mais próximo, Bem Gil teve seu momento de destaque em “Seu olhar”.

Alem do sertão e do samba, a África também se fez presente nas músicas “La renaissance africaine”, cantada em francês, e “Alapala”. Gil afirmou ao público que a África é “a última fronteira do humanismo”. “Andar com fé” foi recebida com plausos do público logo nos primeiros acordes. Após “Expresso 2222” com Bem no pandeiro, às 22h50, os músicos retornam para o bis e apresentaram mais duas: “Raça humana” e “Viramundo”, música do disco "Louvação", de 1967.

Durante a extensa carreira do musico, e após a Revolução dos Cravos, em 1974, –momento que marcou o fim da ditadura em Portugal-- Gilberto Gil se apresentou no país inúmeras vezes. O músico já dividiu o palco com nomes de expressão da música portuguesa, como a cantora de jazz Maria João, a fadista Mariza e a pianista Maria João Pires. Dias antes da primeira apresentação do “Concerto de Cordas” em Portugal, Gilberto Gil fez uma apresentação inédita ao lado de Teresa Salgueiro, ex-integrante do Madredeus. O entusiasmo do público pelo “Concerto de Cordas”, reafirmou o lugar de prestígio que Gilberto Gil ocupa em Portugal.
Veja abaixo o repertório do show “Concerto de cordas”:

“Maquina de ritmo”
“Esotérico”
“Banda Um”
“Saudade de Bahia”
“Superhomem”
“Rouxinol”
“Metáfora”
“Chiclete com banana”
“Das duas uma”
“4 coisas”
“Não tenho medo da morte”
“Lamento sertanejo”
“Tenho sede”
“Panis et circenses”
“Estrela”
“Seu olhar”
“La renaissance africaine”
“Alapala”
“Andar com fé”
“Expresso 2222”

bis

“Raça humana”
“Viramundo"

UOL
11-11-2009
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Carmen Augusta
Colaboradora do Splish Splash

11/11/09

Roberto Carlos - Não adianta


Dedicado a toda a malta robertocarlistica, em especial a Carmen Augusta, Mazé Silva, Con e Miriamdomar, colaboradoras permanentes do Splish Splash, o blogue "mais melhor bom do mundo e arredores".


O Rei e sua corte chegam a BH

Esteio. Homem de confiança de Roberto, o produtor Genival Barros trabalha com ele há 44 anos


No próximo sábado, Roberto Carlos apresenta na cidade o show que comemora seus 50 anos de carreira

O Rei e sua corte chegam a BH

Daniel Barbosa

O Rei não fala. Menos por altivez do que por contrato (com a Rede Globo), Roberto Carlos não está concedendo entrevistas sobre o show que chega a Belo Horizonte no próximo sábado, parte da turnê comemorativa pelos seus 50 anos de carreira, que está percorrendo o Brasil desde abril deste ano. Restou, portanto, à reportagem do Magazine, conversar com a corte, os fiéis escudeiros do Rei, para saber o que ele está planejando para seus súditos. E mais: para saber um pouco sobre sua rotina, suas preferências, sua personalidade, a forma como convive com os que o cercam e os meandros de sua trajetória. Em se tratando de quem se trata, a curiosidade é justificada.

Roberto Carlos vai chegar a Belo Horizonte somente no sábado (na sexta estará fazendo show em Punta del Este, no Uruguai) e segue direto para o Mineirinho, onde fica em concentração até a hora do show - que, é possível afirmar desde já, estará lotado. Até a última quarta-feira, praticamente todos os 19 mil ingressos disponibilizados haviam sido vendidos e só restavam os de camarote, a R$ 650 (open bar com cerveja, água, espumante, refrigerante e buffet.

Lúcio Oliveira, da ArtBHZ, responsável pela produção local do espetáculo, diz que tem com Roberto uma relação estreita e antiga - mais precisamente desde 1994, quando o tradicional especial de fim de ano da Rede Globo foi gravado no Mineirinho. "Fiquei quase um mês enfurnado lá, cuidando dessa produção. Desde então temos acompanhado os shows dele por aqui e também nas cidades do interior", aponta.

"Tenho mais de 30 anos de mercado e, seguramente, nunca trabalhei com um artista mais profissional do que o Roberto. Ele é extremamente exigente, mas é ponderado e é o primeiro a cumprir estritamente o que foi combinado. Ele chega quatro ou cinco horas antes do show e fica no local se preparando", completa.

Guto Romano, produtor de Roberto, que viaja com ele há quase 11 anos, confirma o que parece ser a principal característica do Rei. "Sim, ele é muito exigente. Para Roberto não existe 99%, tem que estar tudo absolutamente programado, tudo visto com antecedência. Não pode haver surpresa", diz, destacando que tal postura resulta, invariavelmente, em shows irretocáveis.

AGENDA
O que: Show Roberto Carlos 50 Anos
Quando: Sábado, dia 14, às 21h
Onde: Mineirinho (av. Antônio Abrahão Caram, 1.001, Pampulha)
Quanto: R$ 650 (camarote)
Informações: http://www.artbhz.com.br/

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Artista em tempo integral
Daniel Barbosa

Ao contrário da imagem que se tem dos monarcas, o Rei Roberto trabalha muito. Nisso, todas as pessoas que integram sua equipe ou convivem com ele são unânimes em concordar.

Não sobra ao cantor e compositor – o único artista latino-americano a ter vendido mais discos que os Beatles e Elvis Presley (cerca de 100 milhões de cópias) – tempo para uma vida pedestre. Cabe a Guto Romano assessorar diretamente o Rei, cuidando de todos os detalhes para que os shows saiam impecáveis, em conformidade com a sempre alta expectativa de Roberto.

“Se a gente sai em turnê, sou eu quem o acompanha nas cidades onde estão marcados os shows”, diz, detalhando que sua função cobre desde cuidar da logística de transporte e hospedagem de toda a equipe até delegar a missão de comprar as flores que são distribuídas no show. Após mais de uma década de convívio com o Rei, Guto afirma sem hesitar que o artista é quase indissociável do cidadão Roberto Carlos Braga, nascido em 19 de abril de 1941 em Cachoeiro do Itapemirim (ES) – cidade na qual a turnê de 50 anos de carreira estreou, no dia de seu aniversário.

“Roberto está sempre pensando em disco, em show, nas coisas referentes ao trabalho dele, quer dizer, está trabalhando o tempo inteiro. E é um profissional muito detalhista. Qualquer coisa que um outro artista faz em uma hora, ele gasta três dias”, diz. Ele ressalva, contudo, que a faceta descontraída do Rei por vezes emerge. “Em Cachoeiro, depois do show de abertura da turnê, no dia do aniversário dele, tomamos vinho, demos risada, teve uma comemoração com o pessoal da família, os amigos. Mas a verdade é que esses momentos são raros, ele não sai muito, por conta do assédio”, diz.

Eduardo Lages, maestro que rege a banda do Rei há 31 anos e responsável por elaborar o repertório dos shows da turnê, que inclui sucessos de todas as fases da carreira, como “Emoções”, “Detalhes” e “Jesus Cristo”, também tem essa visão. “A vida pessoal dele está sempre ligada, de alguma forma, à música. É certo que ele tem lá os prazeres dele, mas disso a gente não participa. O fato é que, em 95% do tempo, acho que Roberto está dedicado a questões relacionadas às atividades profissionais ”, afirma.

Números
A turnê de 50 anos
42 mil km. percorridos
70 toneladas de equipamentos
54 pessoas na equipe
1.000 quartos de hotéis
50 horas de voo
3.456 rosas vermelhas
864 rosas brancas

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Afinidade
Claudia Schimbre

Maestro foi conquistado pelo Rei
Não é pouca a responsabilidade de Eduardo Lages. É ele quem, há três décadas, ajuda a selecionar o repertório que Roberto vai cantar e assina os arranjos. Curiosamente, o maestro diz que não se interessava pela música de Roberto até começar a trabalhar com ele. “Transitei por todas as áreas, menos pela Jovem Guarda. Não achava que o Roberto representasse muita coisa, até começar a trabalhar com ele. Depois, vendo a adesão do público, no Brasil e fora, é que a gente entende a dimensão do artista. Conheço muitos estrangeiros que aprenderam a falar português por causa da música do Roberto”, diz. (DB)

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Esteio. Homem de confiança de Roberto, o produtor Genival Barros trabalha com ele há 44 anos
Claudia Schimbre

Genival
O outro amigo de fé de Roberto

“O Genival é uma pessoa muito importante, um apaixonado pelo Roberto há muito anos. O envolvimento dele chega a ser comovente e isso contamina todo mundo de vontade” – é como Eduardo Lages situa Genival Barros, gerente de produção, na vida profissional de Roberto. Atuando ao lado do Rei há 44 anos, desde os tempos da Jovem Guarda, Genival exalta o lado afável de seu patrão.

“É um privilégio e uma glória trabalhar com ele. A amizade existe, assim como o respeito. Ele nos trata a todos da equipe com muito carinho, do mais simples ao mais graduado. E, pelo lado profissional, ele só faz as coisas certas, não pode haver improviso”, diz.

Genival revela que, na hora de subir ao palco, Roberto se preocupa muito, além do som, com as imagens que serão exibidas nos telões. “É uma pessoa vaidosa. São 50 anos de carreira só com sucessos e muito dessa trajetória de êxito se deve à preocupação com imagem”, diz o velho e fiel escudeiro. (DB)
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In O Tempo Magazine
08-11-2009
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Carmen Augusta
Colaboradora do Splish Splash

João Carlos Martins e Chitãozinho e Xororó fazem do sertanejo e do erudito uma só música em show emocionante

O maestro João Carlos Martins e os cantores Chitãozinho e Xororó na sala São Paulo
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ANDRÉ PIUNTI
Colaboração para o UOL


O maestro João Carlos Martins e os cantores Chitãozinho e Xororó na Sala São Paulo (08/11/2009)

Aconteceu neste domingo (8), em São Paulo, o evento “João Carlos Martins e Chitãozinho e Xororó in Concert”, na Sala São Paulo, com a presença da Orquestra Bachiana Filarmônica, regida pelo maestro João Carlos Martins.

O concerto teve início com a apresentação da “Sinfonia no 1” de Beethoven, ainda sem a presença da dupla, sob olhos e ouvidos atentos de um público que ansiava por ver como ficaria a mistura das músicas sertaneja e clássica, e com os quase 1500 lugares da casa ocupados.

Após sua primeira apresentação, Martins levantou-se para dar as boas vindas à plateia e convidar ao palco os irmãos Chitãozinho e Xororó. Antes de a dupla apresentar sua primeira música, “Ave Maria” (Johann Sebastian Bach/ Charles Gounod), Xororó pediu a palavra e se emocionou ao contar que, há 40 anos, sua família havia chegado do Paraná na estação da luz, que fica ao lado da Sala São Paulo. As lágrimas do público durante “Ave Maria”, que contou com Martins ao piano, deram o tom de como seria o andamento do concerto até o fim.

A canção “No Rancho Fundo” (Lamartine Babo e Ary Barroso) foi a primeira canção sertaneja a ser apresentada, seguida por “Evidências” (José Augusto e Paulo Sérgio Valle), um dos maiores sucessos de Chitãozinho e Xororó, na qual, pela primeira vez, foi possível ouvir a voz do público cantando junto.

Aos poucos, a seriedade do concerto erudito foi se misturando com a descontração de parte da plateia formada por admiradores da dupla, e após a apresentação de “Serenata”, de Schubert, que recebeu letra de Edgard Poças exclusivamente para o espetáculo, chegava enfim o momento mais aguardado da noite, o primeiro a ser aplaudido de pé: “Fio de cabelo” (Marciano e Darci Rossi), cantada do começo ao fim pelo público.

Logo em seguida, veio “Majestade, o Sabiá” (Roberta Miranda), que teve em sua introdução uma mistura de viola com orquestra, e também recebeu resposta calorosa do público, que a essa altura já havia deixado de lado qualquer formalidade.

Os arranjos feitos pela orquestra agradaram mesmo quem não era especialista no gênero, mas o assunto mais comentado após a apresentação foi a qualidade vocal de Xororó, que apresentou todas as canções nos tons originais e não desafinou nem mesmo quando a voz ficou embargada durante os momentos mais emocionantes.

A maior comoção da noite foi guardada para a última música da dupla divulgada no programa oficial. A interpretação de “Se Deus me ouvisse”, canção de Almir Rogério gravada pelos irmãos em 1986, deixou a plateia em pé, fez com que o maestro se levantasse, fosse até a dupla e os abraçasse, deixando Chitãozinho e Xororó emocionados.

Em meio a Bach, Beethoven e sucessos de Chitãozinho e Xororó, Heitor Villa-Lobos foi lembrado com “Melodia Sentimental”. Inesperada, também, foi a apresentação da música “Se for pra ser feliz” (Álvaro Socci), inédita, que estará no próximo álbum da dupla.

O encerramento do concerto estava programado para ser feito com a “Sinfonia no 9” de Beethoven, que contou com a presença do coral formado por jovens de Paraisópolis e Carapicuíba, descobertos em um dos projetos sociais do qual o maestro João Carlos Martins participa, mas ainda haveria o bis.

Após a despedida de Martins e da dupla, os três voltaram ao palco para apresentar “Fio de Cabelo” novamente. O ponto final foi dado por Chitãozinho, que usou uma conhecida frase do maestro para resumir a noite: “a música venceu”.

Veja abaixo o programa da apresentação

"Sinfonia no 1 em Do maior Op21" (Ludwig van Beethoven)
"Adagio molto – Allegro con brio"
"Andante cantabile com moto"
"Menuetto (Allegro molto e vivace)"
"Adagio – Allegro molto e vivace"
"Ave Maria" (Johann Sebastian Bach/ Charles Gounod)
"No Rancho Fundo" (Lamartine Babo e Ary Barroso)
"Evidências" (José Augusto e Paulo Sérgio Valle)
"Serenata" (Franz Peter Schubert/ Letra Edgard Poças – escrita exclusivamente para este Concerto)
"Fio de Cabelo" (Marciano e Darci Rossi)
"Majestade, o Sabiá" (Roberta Miranda)
"Céu de Santo Amaro" (Johann Sebastian Bach/Letra Caetano Veloso e Flávio Venturini)
"Se for pra ser feliz" (Álvaro Socci)
"Sorri" (Charles Chaplin/ Letra Djavan)
"Melodia Sentimental" (Heitor Villa-Lobos)
"Se Deus me ouvisse" (Almir Rogério)
"Sinfonia no 9 em Do menor Op125" (Ludwig van Beethoven)
"Allegro ma non tanto - Prestissimo

In UOL
09-11-2009

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Carmen Augusta
Colaboradfora do Splish Splash

Emilio Santiago - Estão Voltando as Flores

Wikipédia
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Carmen Augusta
Colaboradora do Splish Splash


Rei se casa

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Carmen Augusta
Colaboradora do Splish Splash

10/11/09

Wanderléa e Roberto Carlos cantam "Ternura"





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Mazé Silva
Colaboradora do Splish Splash

Roberto Carlos grava na capital


In Diário de S. Paulo

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Carmen Augusta
Colaboradora do Splish Splash




Rei da Roça


Folha de S. Paulo
Mônica Bergamo
10/11/2009

Definida a data do show "Emoções Sertanejas", em que Roberto Carlos dividirá o palco com duplas e cantores como Zezé Di Camargo & Luciano, Chitãozinho & Xororó, Leonardo e Daniel: 27 de janeiro.

O local mais provável é o ginásio do Ibirapuera.

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Carmen Augusta
Colaboradora do Splish Splash

O rei na Arena da Fonte: pura emoção


Araraquara, 10 de novembro de 2009

Daqui a duas semanas, na noite de 21 de novembro, Araraquara terá um novo encontro com Roberto Carlos. Desta vez a circunstância é especialíssima. Na Arena da Fonte recém-construída, diante de 25 ou 30 mil pessoas de toda a nossa região, o rei relembrará meio século de vida artística, os sucessos que fizeram parte da vida de legiões de fãs e que pontuaram de emoção a própria trajetória cultural do País. Ali, mais uma vez, distribuirá algumas dúzias de botões de rosa a uma platéia embevecida, que teve o último encontro com o astro há quatro anos, no Gigantão, em novembro de 2005.

“Eu vivo de acordo com a época, vivo os dias atuais”, disse Roberto, em uma das entrevistas em que anunciava sua turnê com o show comemorativo dos 50 anos de carreira. A frase parece um paradoxo vinda de um cantor-compositor cujas músicas atravessaram várias gerações e se transformaram em clássicos da MPB e marco cultural de uma época. Mas há coerência de sobra na afirmação: as canções do rei estão, em sua maioria, acima de qualquer suspeita, muito além do tempo, gostem ou não de seu estilo. Como convém aos clássicos.

No processo de construção de sua história artística, Roberto teve, entre tantos méritos, um talento especial para vencer uma tragédia e muitas dificuldades de ordem pessoal e profissional que pareciam insuperáveis – sejam as críticas que sofreu durante a Ditadura Militar por não trilhar um caminho ‘engajado’, digno de um ídolo das massas, sejam as dúvidas levantadas em seu período de certo declínio criativo, a partir dos anos 80. Penou também ao perder um pouco o pulso de sua faceta mais forte – o romantismo – ao seguir um viés religioso, que tinha muita ligação com seu momento pessoal, apesar de ter desviado o artista de um rumo consagrado por seu público fiel. Mas Roberto enfrentou tudo dignamente. Mesmo ao patrulhamento político respondeu com uma solidariedade silenciosa, mas firme, dirigida aos artistas perseguidos pelo regime político, como Caetano Veloso e Chico Buarque. E foi moldando uma aura de respeito, que hoje é incontestável na classe artística.

No ano passado, em um show especial apenas com músicas da fase da Bossa Nova, em companhia de Caetano Veloso, os críticos foram unânimes: Roberto dominou o palco de tal forma que o público viu um Caetano ‘travado’, sem aquela leveza tradicional de suas apresentações. Era respeito ao rei. As cantoras de primeiro time que fizeram há poucos meses uma homenagem aos 50 anos de carreira de Roberto também se renderam: o palco é dominado por ele, por suas canções, pelo impacto de suas músicas no público.

O fato é que seu papel na cultura brasileira já recebeu reconhecimento unânime. Dezenas de grupos, cantores e bandas das novas gerações regravam suas músicas, as releituras de seus sucessos das décadas de 60 e 70 se multiplicam e alguns temas se tornaram perenes – “Detalhes”, “Como é grande o meu amor por você”, “É preciso saber viver”, para citar apenas alguns. Em resumo, trata-se do único cantor e compositor brasileiro que consegue ser, ao mesmo tempo, cult, por seu papel na Jovem Guarda, e popular, pelo conjunto de sua obra.

É este fenômeno que estará na emocionada Arena da Fonte no dia 21, com o mesmo show que encantou o Maracanã, em julho, e outros tantos locais do Brasil contemplados pela turnê dos 50 anos, que vai terminar em Nova York , no ano que vem. Este espetáculo será patrocinado pela Nestlé que, na semana do show, inaugura um grande projeto de produção de leite longa vida na cidade, resgatando a antiga e importante vocação de pecuária leiteira que a região havia abandonado há algumas décadas. Para os fãs de Roberto, que se preparam com ansiedade para o grande momento, qualquer sacrifício para estar presente vale a pena. O rei merece e você e sua família vão adorar.

In
Tribuna


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Carmen Augusta

Colaboradora do Splish Splash

09/11/09

Show Roberto Carlos-Nestlé


Da Redação

Consoante anúncio do presidente Zurita e prefeito Marcelo, quando da notícia sobre a implantação da Unidade-II, o Rei vem dia 21 deste novembro.

A Nestlé traz para Araraquara um show de Roberto Carlos repleto de solidariedade. O Rei fará uma única apresentação na cidade da turnê ‘ Roberto Carlos 50 anos de música’ . Nesta noite especial não haverá venda de ingressos. Para ter acesso ao show, basta comprar três latas de Leite Ninho (400 gramas) mais uma lata de Leite Moça (395 gramas) e trocar as latas fechadas por um ingresso em um dos cinco postos da promoção, localizados em Araraquara e São Carlos. Todos os produtos arrecadados nas trocas serão doados para ao Fundo Social de Solidariedade de Araraquara. As trocas começam nesta segunda (9) e seguem enquanto tiver ingresso.

O show, como referido acima, foi oferecido pelo presidente da Nestlé, Ivan Fábio Zurita, em agosto deste ano quando o executivo esteve em Araraquara para o anúncio da nova fábrica leite líquido da Nestlé, das marcas Ninho e Molico. A unidade irá gerar 1,6 mil empregos diretos e indiretos na região e terá capacidade para processar um milhão de litros de leite/ano.

Postos de Araraquara
Supermercados 14 - Av. Padre Francisco Colturato 270.
Patrezão Hipermercado - Av. Pio Lourenço Correa 408.
Extra - Av. José Bonifácio 483.
Ricoy - Av. Expressa, 2787.

SERVIÇO - SHOW
Data: 21/11/2009
Hora: 21hs
Local: Arena da Fonte


Jornal de Araraquara

07-11-2009

Roberto Carlos e Ultraje a Rigor - 1985





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Mazé Silva
Colaboradora do Splish Splash

Morre Anselmo Duarte, o único brasileiro vencedor em Cannes


MÁRCIO FERRARI
Colaboração para o UOL


Os atores Tônia Carrero e Anselmo Duarte em cena do filme ''Tico-Tico no Fubá'' (1952), sobre a vida do compositor Zequinha de Abreu

O ator e diretor Anselmo Duarte morreu na madrugada deste sábado (7)aos 89 anos. Ele estava internado no Hospital das Clínicas (Incor) desde 27 de outubro após um AVC (acidente vascular cerebral) hemorrágico. No domingo, 16 de agosto, sofrera um infarto do miocárdio que se seguiu a um quadro de anemia aguda. O diretor será velado na Assembleia Legislativa de São Paulo, que será aberto ao público à partir das 14h deste sábado.

Anselmo foi o único cineasta brasileiro a ganhar a Palma de Ouro no Festival de Cannes, em 1962, por "O Pagador de Promessas". O longa, baseado num texto teatral de Dias Gomes, tinha no elenco Leonardo Villar, Glória Menezes e Norma Bengell, e foi indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro. Em Cannes, concorreu com títulos de vários dos principais diretores da época, entre eles Michelangelo Antonioni, Robert Bresson, Luis Buñuel e Sidney Lumet. No júri, François Truffaut teria sido um dos principais defensores do prêmio principal para Anselmo.

O brasileiro tinha então 42 anos e vinha de uma carreira de ator que já durava 20 anos. Foi o galã principal da Atlântida e da Vera Cruz, as duas produtoras mais importantes do cinema brasileiro nos anos 1950 - a primeira, carioca famosa pelas chanchadas e a segunda, paulista, pelos melodramas de aparência e inspiração européias.

Mesmo com um currículo obscuro, que incluiu uma figuração em "É Tudo Verdade", de Orson Welles, o então dançarino conseguiu logo de início um salário equivalente ao triplo do que ganhavam os grandes astros da chanchada, os cômicos Oscarito e Grande Otelo. Tudo graças à boa aparência e seu 1,88m de altura.

Anselmo nunca deu valor a sua carreira de ator. Achava-se canastrão e implicava com a própria voz. Tinha também restos do sotaque do interior de São Paulo. Ele era natural de Salto, caçula de sete filhos de uma família pobre e sem pai.

Quando estrelou a chanchada "Carnaval no Fogo", que havia corroteirizado, o diretor Watson Macedo deixou que ele dirigisse duas sequências. Na Vera Cruz, o prestígio em filmes como "Tico-tico no Fubá" fez com que finalmente ele tivesse a chance de dirigir o primeiro longa-metragem, "Absolutamente Certo". Nessa sátira à televisão, um sucesso de crítica e público, Anselmo ainda ficou com o papel principal. Logo deixaria de atuar nos filmes que dirigia.

"O Pagador de Promessas" veio em seguida. Anselmo, agnóstico, tinha um esboço de argumento sobre uma espécie de Cristo contemporâneo quando soube da peça de Dias Gomes sobre um sertanejo que quer pagar uma promessa feita em favor de um burro, carregando uma cruz até uma igreja, e o padre o impede de entrar.

O autor detestou a adaptação e ameaçou exigir que seu nome fosse tirado dos créditos. Foi a primeira de uma série interminável de rusgas que marcariam a carreira do ator. Depois do prêmio, ele passou a se sentir vítima de inveja e preconceito, tanto dos representantes do Cinema Novo quanto de grande parte da crítica.

"O Pagador de Promessas" era uma parábola populista e politicamente limitada, o que realmente não favoreceu o diretor entre os jovens cineastas engajados da época. Mas o filme era também um primor de encenação e sobrevive bem até hoje, mesmo entre os críticos.

O trabalho seguinte do diretor foi "Vereda da Salvação", novamente baseado numa peça teatral (de Jorge de Andrade) e centrado num personagem sertanejo e místico (interpretado por Raul Cortez). Era o filme favorito de Anselmo, mas enfrentou problemas de todo tipo e não teve a repercussão esperada.

Só cinco anos depois Anselmo voltou a filmar, com "Quelé do Pageú", drama de cangaço, e "Um Certo Capitão Rodrigo", baseado em Erico Verissimo. Foram filmes de repercussão modesta em comparação com "O Pagador". A carreira do diretor ainda prosseguiria com três episódios de pornochanchadas, um melodrama policial ("O Descarte"), uma adaptação de um drama regionalista escrito originalmente para a TV ("O Crime do Zé Bigorna") e um filme estrelado por Pelé ("Os Trombadinhas").

Anselmo nunca deixou de atuar. Fez um papel marcante como policial sádico no clássico "O Caso dos Irmãos Naves", de Luiz Sérgio Person, em 1967, e passou às participações especiais que lhe davam algum prestígio, algum dinheiro e pouca exposição, como ele preferia.

Com quase 90 anos, Anselmo ainda fumava e gostava de beber, mantinha a fama de conquistador irresistível e de um grande contador de histórias. Teve quatro filhos e casou-se algumas vezes, uma delas com a atriz Ilka Soares, de beleza lendária.

UOL
07-11-2009
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Carmen Augusta
Colaboradora do Splish Splash


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Roberto Carlos e Nestlé em show beneficente


Araraquara recebe o Rei para apresentação com troca de produtos Nestlé por ingressos

A Nestlé traz para Araraquara no próximo dia 21 de novembro um show de Roberto Carlos repleto de solidariedade. O Rei fará uma única apresentação na cidade da turnê 'Roberto Carlos 50 anos de música'. Nesta noite especial não haverá venda de ingressos. Para ter acesso ao show, basta comprar duas latas de Leite Ninho (400 gramas) mais uma lata de Leite Moça (395 gramas) e trocar as latas fechadas por um ingresso em um dos cinco postos* da promoção, localizados nas cidades de Araraquara, São Carlos e Matão. Todos os produtos arrecadados nas trocas serão doados para ao Fundo Social de Solidariedade de Araraquara. As trocas começam no dia 06 de novembro e seguem enquanto durarem os ingressos.

O show foi oferecido à cidade pelo presidente da Nestlé, Ivan Fábio Zurita, em agosto deste ano, quando o executivo esteve em Araraquara para o anúncio da nova fábrica leite líquido da Nestlé, das marcas Ninho e Molico. A unidade irá gerar 1,6 mil empregos diretos e indiretos na região e terá capacidade para processar um milhão de litros de leite/ano.

Sobre o show

Para o roteiro da turnê 'Roberto Carlos 50 anos de música', o Rei escolheu, dentre as suas cerca de 500 composições, as mais marcantes das diversas fases de sua trajetória. Entre os inúmeros clássicos, tem presença confirmada 'Emoções', 'Cavalgada', 'Como é grande o meu amor por você', 'Outra Vez', 'Eu te amo te amo te amo', 'É preciso saber viver', 'Jesus Cristo' e 'Detalhes', em número de voz e violão. Roberto Carlos mergulhou fundo no seu baú de memórias e relembra clássicos da Jovem Guarda como 'É proibido fumar', 'Namoradinha de um amigo meu', 'Quando' e 'Jovens tardes de domingo', além de resgatar 'Aquela casa simples', em um medley junto a 'Meu querido, meu velho, meu amigo' e 'Lady Laura'.

O show tem direção musical e arranjos do maestro Eduardo Lages, parceiro de Roberto Carlos desde 1978. Desde então, ele assina os arranjos da maioria das canções do Rei, bem como a direção musical dos shows.

A orquestra que acompanha Roberto Carlos tem regência do próprio Eduardo Lages e é formada por Tutuca Borba (teclados), Antonio Wanderley (piano), Clécio Fortuna e Aurino Oliveira (sax/flauta), Nahor Oliveira e João Lenhari (trompete), Jorge Berto (trombone), Dedé Marques (percussão), Norival D´angelo (bateria), Aristeu dos Reis e Paulinho Coelho (guitarras/violões), Darcio Mario Ract (baixo) e Luiz Carlos Ismail, Ana Lucia Heringer e Jurema de Cândia (coral).

Desde a estreia da turnê, em abril, na cidade natal do Rei, Cachoeiro do Itapemirim (ES), cerca de meio milhão de pessoas já assistiram ao show e todas as apresentações desde então tiveram os ingressos esgotados.

* POSTOS DE TROCA - ENDEREÇOS

Supermercado União -
Av. São Carlos 3200, São Carlos

Supermercado Dotto -
Rua 15 de Novembro 2.304, São Carlos

Supermercados Palomax -
Avenida Trolesi 3.400, Matão

Patrezao Hipermercado -
Av. Pio Lourenço Correa 408, Araraquara

Extra
Av. Jose Bonifácio 483, Araraquara

SERVIÇO - SHOW

Data: 21/11/2009

Hora: 21hs

Local: Rua Mauro Pinheiro, 150 - Vila Ferroviária

Quaero / Online
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Carmen Augusta
Colaboradora do Splish Splash

The Bee Gees - Words


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Mazé Silva
Colaboradora do Splish Splash


Susana Félix - Fintar a pulsação


Wikipédia

Letra da música
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Miriamdomar
Colaboradora do Splish Splash